28 de agosto de 2026
Reinaldo criou programa que se transformou em principal instrumento de combate à pobreza em MS
Criado por Reinaldo na pandemia, Mais Social foi aperfeiçoado por Eduardo Riedel e é um dos principais instrumentos de mobilidade social

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Era 2021, no auge da pandemia, a demanda por auxílio crescia nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, junto com a preocupação de milhares de famílias diante da insegurança alimentar. Foi nesse cenário que o então governador Reinaldo Azambuja, atual candidato ao Senado Federal (PL 222), colocou em prática um dos principais programas de transferência de renda da história do Estado: o Mais Social, que substituiu o antigo Vale Renda. O programa foi aperfeiçoado na gestão Eduardo Riedel e é um dos principais instrumentos para melhorar a vida das pessoas, promovendo a mobilidade social e redução dos índices de extrema pobreza no Estado.
Quitéria Bernado da Silva, de 58 anos, contou com a ajuda do Mais Social quando ela mais precisava e depois, já empregada, devolveu o cartão do benefício para permitir a entrada de outras pessoas. Não foi uma atitude isolada. Desde 2023, mais de 27 mil pessoas deixaram o Mais Social porque melhoraram de vida e não precisam mais do benefício. O Mais Social é um auxílio por meio de um cartão para exclusivo para compra de alimentos, produtos de higiene e limpeza e gás de cozinha, sendo proibida a aquisição de bebidas alcoólicas e produtos à base de tabaco.
“O Mais Social foi uma ajuda no momento em que eu mais precisava, quando minhas crianças eram todas pequenas e eu estava desempregada. Eu só tenho a agradecer ao programa, que me acolheu quando precisei”, contou Quitéria Bernado da Silva. Com a conquista de emprego fixo em um prédio na avenida Afonso Pena, em Campo Grande, e uma renda suficiente para seguir sem o benefício, ela deixou o programa, permitindo que outra família em situação de vulnerabilidade pudesse ser atendida. “Quando a minha situação melhorou, eu decidi abrir mão do programa para que outra pessoa pudesse receber o Mais Social”, explicou.
Outro programa criado por Reinaldo para ajudar quem vivia com o orçamento apertado após a pandemia foi o Energia Social: Conta de Luz Zero. A medida representa um alívio mensal e a possibilidade de manter a luz acesa sem comprometer recursos destinados a outras necessidades. Por meio do programa, o Estado custeia a energia elétrica de famílias de baixa renda que consomem até 220 kWh por mês e eletrodependentes com consumo de até 530 kWh. “Na época dele (Reinaldo) como governador, a gente já não pagava energia. Ele fazia isso por nós”, contou a dona de casa Noemir Ferreira, de 67 anos, moradora do Residencial Celina Jallad, em Campo Grande.
PROTEÇÃO SOCIAL AMPLIADA – O resultado dos programas sociais no combate à pobreza foi reconhecido nacionalmente na última quinta-feira (27) com o Prêmio Excelência em Competitividade 2026, por meio da iniciativa “Sem Deixar Ninguém Para Trás”, que envolve diversos programas.
Na iniciativa premiada, Mais Social e Energia Social: Conta de Luz Zero se somam a outros programas de proteção social, como o Cuidar de Quem Cuida e o MS Supera, criados por Eduardo Riedel, e a busca ativa feita por servidores da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) para achar os chamados “invisíveis”, pessoas em situação de vulnerabilidade e sem nenhum programa social.
A estratégia de busca ativa percorreu os 79 municípios sul-mato-grossenses usando o Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) para identificar quem ainda não estava na rede de proteção e consolidando MS como o terceiro estado com menor taxa de extrema pobreza do Brasil.
Já o MS Supera substituiu, aperfeiçoou e ampliou os programas Vale Universidade e Vale Universidade Indígena. Por meio do MS Supera, o governo oferece 2.500 bolsas de estudos para estudantes de baixa renda em cursos de educação profissional técnica de nível médio ou universitários de instituições públicas ou privadas.
E o Cuidar de Quem Cuida promove dignidade mediante o pagamento de benefício social a cuidadores não remunerados de pessoas com deficiência grau II e III, que são aquelas que dependem de ajuda para atividades da vida diária como alimentação, mobilidade e higiene.
SENADO – Se for eleito senador, Reinaldo vai continuar trabalhando pelas famílias em situação de vulnerabilidade social. “No Senado, vamos trabalhar por programas como esses, que combatem a pobreza e promovem uma proteção social de verdade”, finalizou o candidato.
